Turistando: Museu do Sherlock Holmes

Em 06.03.2015   Arquivado em Londres, Sherlock, Viagens

PicMonkey Collage

Ninguém vai estranhar se eu disser que o primeiro lugar que visitei em Londres foi a casa do Sherlock, né? Na segunda-feira, assim que saí da aula, corri para a Baker Street antes de ir encontrar a amiga brasileira que fiz no avião.

Na própria estação de metrô já tem um pouco de Sherlock, afinal o detetive mais famoso da Inglaterra “morou” ali na rua Baker. Tem uns azulejos na parede com desenhos do Sherlock que é a coisa mais fofa, mas que não consegui fotografar por causa do movimento. Logo na saída da estação fui recebida por uma estátua enorme de Holmes. Depois, foi só seguir as placas para chegar ao famoso endereço.

O museu nada mais é do que uma casa no estilo vitoriano de três andares. O acesso é feito pela lojinha ao lado e depois que eu entrei foi muito difícil manter o controle, eu queria deixar todas as minhas libras ali! O ingresso para estudante custa oito libras e dá acesso à casa inteira, além de um informativo contando a história do museu e um pouco sobre a obra de Conan Doyle.

A verdade é que a criação de Doyle foi tão convincente e fez tanto sucesso que as pessoas começaram a escrever para Sherlock e Watson pedindo ajuda com pessoas e objetos desaparecidos. O autor escolheu um endereço aleatório, um número que sequer existia na Baker Street, mas com o crescimento da cidade, era inevitável que, mais cedo ou mais tarde, fosse, de fato, existir uma casa no número 221B da Baker Street. E de repente, os moradores desse endereço começaram a receber várias cartas e telegramas destinadas a Holmes e seu amigo. O jeito foi dar vida ao personagem, com tudo que ele tinha direito. Foi Sherlock Holmes que tornou a Baker Street famosa, nada mais justo do que homenageá-lo.

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Os principais cômodos da casa são o quarto do Sherlock e a sala de estar, nos demais quartos estão uns bonecos de cera que representam alguns dos principais casos das histórias de Holmes. Eu não li todos os contos, mas o que eu conheço facilmente consegui identificar. Os bonecos são muito bem feitos e alguns parecem bem reais, dá até para se assustar.

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Além dos bonecos, também é possível observar objetos citados nas histórias, além de fotografia, livros e rascunhos de Doyle.

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A visita é bem rápida, mas muito gratificante para quem, assim como eu, é fã do detetive. E quem não é, sai de lá no mínimo curioso para ler um caso que seja de Sherlock.