Oi, sumida (ou um breve resumo da vida e da maratona do Oscar)

Em 23.02.2017   Arquivado em Cinema, Pessoal

Olá você, ainda tem alguém por aqui? Perdão pelo vacilo. Eu poderia culpar a faculdade que sugou todas as minhas energias nesse último ano, mas a verdade é que eu andei meio preguiçosa mesmo. Mas então, eu finalmente estou de férias. Sendo assim, Feliz Ano Novo a todos, que 2017 comece.

Quem acompanha esse blog há uns bons anos sabe que nessa época eu sempre costumo fazer minha maratona do Oscar. Bem, minha maratona do Oscar está morta. A award season coincidiu com meu final de período na faculdade e foi um pouco difícil dar conta de todos os indicados. Ainda assim corri contra o tempo nas últimas semanas e consegui assistir alguns. Gostaria de agradecer aos Cinemas da minha cidade pela ajuda, pois sem eles teria sido impossível riscar da lista quase todos os filmes indicados à categoria principal. Desde já quero deixar claro que minha torcida é para La La Land por motivos bem imparciais mesmo, pois sou a maior fangirl de musicais, Damien Chazelle e filmes que salvam vidas que vocês respeitam. Mas também amei demais Arrival e acho que é de uma sacada genial (e por favor não entremos no tópico Amy Adams, a esquecida em churrasco, pois não responderei por toda a minha revolta). Lion me fez chorar horrores na sala do cinema e querer colocar young Saroo no colo pra proteger e amar para todo o sempre. E isso me leva a duas observações: 1) precisamos urgentemente de uma categoria infantil no Oscar (ou podemos criar o troféu Jacob Tremblay de atuação e entregar) e 2) Dev Patel que homão da porra, por favor entreguem logo a estatueta do rapaz. Sobre Manchester by The Sea: NÃO. PARADO. CHATO. * insira o meme do Sherlock atirando na parede gritando boring * Na verdade achei o roteiro bem interessante, uma história muito boa que acabou sendo mal aproveitada em um filme que simplesmente não consegue prender a atenção do telespectador por muito tenpo. Sobre Casey Affleck: NÃO. NOPE. NA-NA-NI-NA-NÃO. CREDO. Tudo bem que minha cisma com os Affleck pode ter falado mais alto, mas não, tá, gente? O prêmio pode ficar com o Andrew porque além de ser um bolinho deu um show em Hacksaw Ride, outro filme excelente e extremamente bem feito. Hidden Figures é um daqueles filmes que deixa a gente cheia de orgulho, com vontade de acreditar no próprio potencial e mudar a realidade a nossa volta. Resumindo: é bem lindão, de verdade.

A gente pode falar mais sobre o Oscar se vocês quiserem, porque agora eu tô ainda mais metida a entendida (lê-se chata) graças ao curso de Cinema que tô fazendo, então me chama por aí que a gente bate um papo e eu juro que tento ser o mais imparcial possível mas, aff, city of stars are you shining just for me?

E por falar em curso de Cinema, esse é o próximo tópico, porque eu tô devendo isso desde quando as aulas começaram em outubro. Adianto que estou amando cada minutinho, principalmente agora que estamos no processo de produção de um média-metragem e * spoiler * eu sou uma das co-roteiristas!! Ainda não sei se vou contar tudo de uma vez ou vou dividir em etapas, só sei que eu tô animada demais aaaaaaaaaaaaaaaa. 

Por hoje é isso, obrigada por ainda visitarem esse lugar jogado às moscas. Eu prometo fazer uma faxina geral e deixar tudo lindo pra receber vocês, ta?