Categoria "Séries"

Séries | Resumão do segundo semestre

Em 10.12.2015   Arquivado em destaque, Séries

series

Lá vem a que só fala de séries! Cheguei mesmo e se eu falasse de outra coisa não seria eu, vocês me conhecem.

Em maio eu fiz um resumo das séries vistas nas férias e agora chegou a hora de atualizar vocês sobre o que andei assistindo nesses últimos meses.

doctor who

Começando pelo começo: dois dias antes de começarem as aulas na faculdade eu embarquei na Tardis com o Doctor e o resto vocês já sabem, eu me apaixonei de verdade. Lá em maio, quando fiz o último resumo, eu estava finalizando a oitava temporada. Então eu concluí e tive que esperar pela próxima como gente normal. A nona temporada estreou em agosto (mas parece que foi um dia desses!) e já acabou, deixando o fandom inteiro (ou pelo menos aquela parte do fandom que não odeia River Song, tipo eu) a espera do especial de natal.  Estou aqui tentando manter o controle para não falar sobre o que foi essa temporada, a season finale ou até mesmo quais são as expectativas para o especial, porque é preciso manter o foco no objetivo desse post. Deixemos para outro momento.

Doctor Who é uma série de ficção científica que mostra as aventuras do Doctor, um Senhor do Tempo, do planeta Gallifrey, e seus companions. Ele viaja pelo tempo-espaço na Tardis, lutando contra inimigos e salvando vidas. Quando ele está prestes a morrer, ele se regenera e renasce em outro corpo inteiramente novo. É, atualmente, a série que mais me fez chorar na vida 🙂

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Depois de Doctor Who bateu uma ressaca enorme. Eu não conseguia gostar de nada, até que segui uma indicação da Denise e assisti Smash. Amei a primeira temporada e toda a vibe de musical, Broadway e diretor britânico rabugento e charmoso, mas não consegui continuar com a mesma empolgação na segunda temporada.

Não lembro exatamente o que veio depois, mas aposto minhas fichas em Suits. Eu tinha deixado a série meio para escanteio, mas quando voltei, voltei com força total. Mike e Harvey fizeram as pazes, eu comemorei o retorno do brotp (desculpa, spoilers) e de brinde ainda levei um otp sofredor bem no meio da cara. Ficamos aqui morrendo de saudade da série e se lamentando até hoje. Que venha o resto da temporada!

Mike abandonou a faculdade de direito mas, brilhante como é, consegue uma entrevista com o respeitado Harvey Specter, um dos melhores advogados de Manhattan. Quando percebe o talento nato e a memória fotográfica do garoto, Harvey o contrata e, juntos, eles formam uma dupla imbatível. O brotp é lindo e genial!

My Mad Fat Diary retornou com mais três episódios para uma última temporada que eu assisti tudo de uma vez e depois fiquei chorando de saudade.

Ambientada em Lincolnshire de 1996, a série conta a trágica, porém bem-humorada, história de uma adolescente cheia de problemas que acabou de sair do hospital psiquiátrico, onde passou quatro meses depois de uma tentativa de suicídio. Ela então retoma sua amizade com Chloe  e seu grupo de amigos e juntos vivem todos os clichês da adolescência ao som de muito Oasis.

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Não sei exatamente quando comecei a maratona de Friends, só sei que fiz excelente uso do meu box com as dez temporadas. E o que vou dizer agora é bastante óbvio, mas não custa nada confirmar o que todos já sabem: assistir Friends na ordem certinha está, com certeza, entre as coisas mais sensatas que você pode fazer na vida. E foi depois da minha maratona (que eu pretendo repetir algum dia, sim!) que descobri que na vida, eu sou Mônica Geller e com muito orgulho!

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Então foi a vez da terceira tentativa de assistir Downton Abbey. Gostaria de informar que fui muitíssimo bem sucedida dessa vez e eu poderia dizer que foi graças a ambientação no século XX, os sotaques e o glamour, mas todos sabem que o culpado foi Matthew Crawley. O homem (e a série) arrebatou meu coração de um jeito nunca visto antes que eu precisei de meses para me recuperar do baque e só essa semana consegui continuar com as temporadas seguintes. No momento estou caminhando para a quinta temporada já sofrendo por antecedência pelo fim.

No início do século XX, a família Crawley luta para manter o legado de Downton Abbey. Após a morte de um parente que estava à bordo do Titanic, Robert Crawley descobre que o novo herdeiro da propriedade é um sobrinho distante, Matthew Crawley, um advogado com pensamentos modernistas. Enquanto Robert e sua esposa Cora se preocupam com o futuro das suas filhas, Mary, Edith e Sybil, os empregados da mansão trabalham para manter a rotina da família, com todas as regras da época. Tem figurinos incríveis, muito sotaque britântico e personagens super bem construídos.

Downton foi o cumprimento de uma das promessas que eu tinha feito para algumas pessoas relacionada a séries. A segunda delas foi ER. Difícil não se deixar levar pela preguiça ao perceber que a série tem 15 temporadas finalizadas e e juro que no início não dei muita bola não, até que lá perto da season finale da primeira temporada alguma coisa aconteceu. ER me pegou de jeito e aqui estou eu, poucos meses depois, na oitava temporada, com algumas lágrimas derramadas pelo caminho e com a consciência de que muitas ainda vão rolar. Vida que segue, eu gosto mesmo é de série que me faz sofrer.

ER é um dos pioneiros dos seriados médicos e mostra a rotina dos funcionários do Country General Hospital. Em 15 temporadas, a equipe de médicos e enfermeiros do hospital vai mudando, mas a rotina permanece a mesma. Tem George Clooney novinho no papel de pediatra e a série tem os personagens mais bem construídos que já vi, com defeitos e qualidades comuns; são pessoas comuns, que erram e acertam, que salvam, mas também perdem vidas.

p.s: não tem post sobre ER aqui ainda. Aguardem as cenas dos próximos capítulos.

Agora vamos falar de Jessica Jones. Mais uma das séries da Netflix que virou febre e que, convenhamos, deu muito o que falar. Eu não tava dando nada por ela, minha espera ansiosa e meu único objetivo ao assistir era puramente ver David Tennant, o doctor que não é o Norvana mas que uniu todas as tribos, fazendo um vilão da Marvel. E que vilão, meus amigos. Que série. Mas vamos parar por aqui antes que eu comece a chorar de novo por não ter ido vê-lo na comic con e comece a revolta pelos 14 minutos de painel. Próximo!

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No meio do caminho tinha uma Mary Stuart e um Rei Francis à beira da morte. E eu acompanhei Reign religiosamente toda semana até a inevitável morte de Francis. E me desculpem se isso pareceu spoilers, mas fica realmente difícil decidir o que é ou não spoiler numa série baseada na vida de pessoas que a gente estudou nas aulas de história. Só sei que chorei a perda do meu filho e agora estou vivendo o luto, sem data para voltar a baixar os torrents da série. Uma coisa é certa: ainda verei como Mary vai se virar, mas não será agora.

Comecei a ver a segunda temporada de The Royals, mas estou com alguns episódios atrasados. Bem como Once Upon a Time. A série desandou após a terceira temporada e eu continuei firme e forte porque, não serei hipócrita, ainda gosto de ver (e ouvir) Hook e Robin. Consegui largar The Vampire Diaries (daqui posso ouvir os anjos cantando amém), apesar de ainda morrer de saudades de Damon Salvatore de vez em quando. São aqueles pequenos detalhes aos quais a gente se apega e sofre quando precisa dizer adeus.

Atualmente só tem duas séries na lista que eu acompanho direitinho: ER e Downton Abbey. Por outro lado, a lista das que eu pretendo ver nessas férias é enorme! Comecei How To Get Away With Murder e já estou amando! The Good Wife e Gilmore Girls são algumas que estão na fila de espera. Ainda quero criar coragem para me despedir de Hannibal e estou pensando se volto a ver GoT. Alguma sugestão?

 

Séries | Um episódio que amo

Em 13.11.2015   Arquivado em blogagem coletiva, Séries, Sherlock

Vocês já devem ter percebido que eu nunca canso de assistir e muito menos de falar sobre minhas séries preferidas. O tema desse mês do Discípulas de Carrie também não colaborou para que eu falasse de outra cosia. Provavelmente vocês vão se arrepender da brecha que me deram para falar de um episódio que eu amo, então, desde já, aviso que é bom sentar confortavelmente, porque esse post vai ser longo.

Se foi difícil escolher um episódio apenas para narrar e comentar com vocês? Foi quase impossível! Tanto que eu pensei em ignorar o Movie (série) Blahnik só para não ter que escolher apenas um. Afinal, ter que escolher cinco séries preferidas já foi difícil demais! Eu estava em dúvida entre dois episódios de séries diferentes, mas se vocês acham que optei por Sherlock vocês estão certíssimos. O episódio escolhido é especial para mim por diferentes motivos e já perdi a conta de quantas vezes o assisti.

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O episódio é The Sign of Three, o segundo da terceira temporada. Uma temporada que divide o fandom; tem gente que odeia e tem gente que ama (euzinha). O motivo do ódio e do amor é o mesmo: um Sherlock  mais sensível, mais carinhoso, mais humano. Adorei a forma como a série da BBC retratou esse lado do Sherlock que ele tanto tenta esconder. Um lado que é trazido a tona pelas pessoas mais importantes da vida dele e em The Sign of Three ele meio que demonstra amor e gratidão, claro que daquele jeito bem Sherlock de ser.

Mas vamos ao contexto do episódio. Sherlock “voltou à vida” e à ativa depois de dois anos considerado como morto, mas algumas coisas mudaram nesse meio tempo. Seu companheiro John não mora mais com ele e está noivo (de uma mulher!! para a grande surpresa da senhora Hudson). Todo noivo precisa de um padrinho e a escolha de John parece mais do que óbvia, menos para Sherlock. E essa é a segunda cena que mais gosto no episódio, quando Watson convida um atrapalhado Holmes para ser seu best man.

http://www.dailymotion.com/video/x3dkf6a

Outra cena que adoro é uma das primeiras do episódio, quando Sherlock manda uma mensagem de socorro para Lestrade e faz o detetive mobilizar viaturas da polícia para, no fim, descobrir que era apenas um pedido de ajuda com o discurso de padrinho. Porque não seria Sherlock Holmes sem o humor e o sarcasmo. Gosto dessa cena, não somente porque ela é divertida, mas porque mostra o quanto Sherlock é querido por seus amigos, mesmo quando ele não demonstra afeto nenhum por eles.

O mais legal nesse episódio, pra mim, é a maneira como os casos, inclusive o principal, são apresentados. Durante o discurso de Sherlock no casamento, ele divide com os convidados algumas de suas aventuras ao lado do amigo John Watson, deixando todos intrigados e fascinados. O caso principal, inclusive, é um dos motivos de o episódio significar tanto pra mim, porque foi o primeiro que consegui desvendar sozinha e antes mesmo de Sherlock. Para quem lê os livros e acompanha a série, desvendar um mistério antes do maior detetive do mundo é muita coisa, sim!

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Mas o meu amor infinito por essa série, e por esse episódio em especial, está na construção dos personagens e na maneira como eles se relacionam, na criação e fortalecimento de laços, no ser humano maravilhoso que se esconde por trás da arrogância e inteligência de Sherlock. E tudo isso a gente consegue ver no discurso do padrinho, a minha cena preferida! Um dos meus quotes favoritos da série (e da vida) e a cena que sempre me faz bem quanto estou na pior.

http://www.dailymotion.com/video/x3dkfen

Um episódio que mantém o padrão de qualidade da série, que sabe dosar o drama e o humor, que desafia nossa inteligência. Tem Sherlock com ciúmes, despedida de solteiro, Jonh e Sherlock bêbados e de bônus ainda tem Benedict Cumberbatch de terno, dançando e tocando violino. É ou não pra morrer de amor?

The Sing of Three é o atestado de veracidade do brotp (desculpa você que shippa johnlock, eu ainda fico com a teoria do brotp). A prova de que até a mais reservada, esquisita e arrogante das pessoas consegue cativar tanta gente e, mais cedo ou mais tarde, se mostra capaz de externar seus sentimentos e retribuir aquela amizade. Não importa quantas vezes eu assisto ao episódio, sempre fico encantada com as palavras de Sherlock sobre John. Sobre ele ser o coração da dupla, aquele que salva vidas, inclusive a do próprio Sherlock. Fico apaixonada pelo jeito sem noção, arrogante e ao mesmo tempo indefeso de Sherlock, por nunca entender ao certo o que está se passando, por não compreender porque está todo mundo chorando. Termino completamente sensibilizada pelo abraço desajeitado dos dois. É humanamente impossível não amar esse episódio!

hug

As cinco séries do meu coração

Em 08.11.2015   Arquivado em blogagem coletiva, Séries

Fui convidada para fazer parte de um grupo super lindo de blogagem coletiva, o Discípulas de Carrie (obrigada, Kat <3 ) e já cheguei sendo muito bem recebida com o tema que é a minha cara: séries! Em novembro, a CosmoTag é falar sobre as cinco séries do meu coração. E como achei praticamente impossível escolher, convoquei a ajuda da Denise. A brincadeira foi bem legal e o resultado vocês conferem no vídeo (:

Pedimos desculpa pelos barulhos ao fundo (principalmente essa moto maldita!!!!) e pela participação especial que quase não nos deixava gravar hahaha

Imagem de Amostra do You Tube

Para saberem como me saí citando as cinco séries preferidas da Deni é só clicar aqui.

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