Categoria "Música"

Sobre gente talentosa pertinho de você

Em 21.08.2016   Arquivado em Música, Pessoal, Teatro

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Ano passado eu conheci o New Time e falei dele aqui no bloguinho, mas se você não sabe do que eu estou falando, explico. É um musical produzido, cantado e dançado por gente talentosa aqui da minha cidade e que acontece em um final de semana do ano (mas que deveria acontecer pelo menos a cada semestre). O show do ano passado contou com um pouco de pop, jazz e muitos musicais e princesas da Disney, então nem precisa dizer que amei, né?

Esse ano, aconteceu nos dias 13 e 14 de agosto e eles apostaram mais no rock, sem esquecer o pop, e foi igualmente maravilhoso. Os musicais e as princesas da Disney deram lugar a uma sessão nostalgia incrível, com os temas de Dragon Ball, Pokemon, Cavaleiros dos Zodíaco, Power Rangers e até Digimon em japonês!!!

Eu fui no domingo, dia dos pais, com uns amigos e a família toda reunida, porque o paizão ama música, teatro e toda essa vibe que claramente eu tive de quem herdar. A bateria do celular acabou logo, antes mesmo de eu gravar metade daquilo que gostaria, mas o importante é que foi lindo e meu pai saiu dizendo que foi o melhor presente do dia dos pais que ele poderia ter recebido. Obrigada, pessoal do New Time!

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Teve discurso sobre feminicídio e assédio contra mulher depois de uma apresentação maravilhosa, com muita dança e uma voz incrível. Teve coral da Universidade Federal cantando Bohemian Rhapsody, minha parte preferida do show, diga-se de passagem. Teve tema de Strange Things no teclado (o que me lembrou de que preciso ver essa série), homenagem ao vocalista da Motorhead, com direito a figurino e voz parecidíssimos e teve também os Village People devidamente caracterizados cantando Macho Man para encerrar o show.

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Fiz um compilado com o pouquinho que consegui gravar do show, espero que gostem tanto ou mais do que eu. E para maiores vídeos e informações, sigam o instagram do grupo, @newtimeshow.

 Imagem de Amostra do You Tube

Música | Show da Maroon 5

Em 17.03.2016   Arquivado em Música, Pessoal

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ou: O dia em que ouvi She Will Be Loved ao vivo. 

Quase morri, mas aqui estou eu para contar (com mais detalhes do que deveria) como foi ver e ouvir Adam Levine de pertinho, ao vivo e a cores, em carne, osso e tatuagens.

Desde que saíram os primeiros rumores de que Maroon 5 viria para Fortaleza que eu comecei a preparar o bolso e a família. Comprar o ingresso já foi por si só uma grande vitória. Meu namorado entrou na fila quase meia hora antes de liberarem a venda e dez minutos depois da meia noite do dia 31 de agosto lá estávamos nós, com nossos ingressos comprados, os últimos do primeiro lote. Front e camarote para o show de Fortaleza esgotaram em 24 horas e o alívio de ter o meu em mãos (0u mais precisamente na caixa de entrada do email) foi enorme.

Para quem não sabe, eu não moro em Fortaleza. E sim, perdi a primeira semana de aula e viajei 600km só para o show e valeu muito a pena.

Os portões abririam às 17 horas, mas antes das 9 da manhã a fila já começou a se formar na porta do Marina Park. Eu, meu namorado e umas amigas fomos para a fila pertinho das 16 horas e não demoramos muito para entrar. Conseguimos pegar um lugar relativamente bom, de frente para o palco, a poucos metros de distância.

 

Show do Maroon5? Yes, please! ?

Uma foto publicada por Cecilia Maria (@cecismaria) em

 

 

Depois de duas horas de espera, a Dashboard Confessional subiu ao palco e abriu o show com muita animação. Eu só conhecia uma música da banda (que eles não tocaram!), mas curti bastante o som deles. O vocalista é super carismático e eu saí do show querendo trazê-lo pra casa dentro de um potinho. Ele cumprimentou com um “oi, tudo bem?”, apresentou a banda em um portunhol perfeito e cantou algumas músicas autorais até levantar todo mundo com um trechinho de “fix you“, da Coldplay. No meio do show, ele interrompeu uma música para pedir que ajudassem uma pessoa na multidão que estava passando mal. E o melhor? Após a apresentação, depois de dizer um grande “obrigado”, ele desceu do palco e foi até a pessoa que passou mal para saber se ela já estava bem. Como não querer esse ser humano dentro de um potinho???

E então veio mais 1 hora e 20 de espera, a multidão aumentando, o espaço ficando cada vez mais reduzido. Muita gente saindo carregada em macas por passar mal devido ao calor, inclusive eu. Poucos minutos antes dos meninos da Maroon 5 subirem ao palco eu estava sendo carregada para longe da multidão em busca de ar e um pouco de água. Eu sou claustrofóbica e ainda sim me meto nesse tipo de coisa, tem gente que não aprende nunca. Mas, sejamos sinceros, também sou uma drama queen.  Mesmo passando mal eu não deixei de chorar por medo de perder o show. Passei 1 hora na fila debaixo do sol quente, consegui um local ótimo para assistir o show e então saí carregada de lá. Eu não sabia se passava mal ou se reclamava quando ouvi a galera gritando e a banda tocando os primeiros acordes de Animals, pontualmente às 21 horas. 

Alguém do apoio me cedeu um lugar na grade e lá fiquei até o final do show, longe de empurra empurra, dançando, pulando, cantando e chorando. A vista não era tão boa, porque fiquei na lateral do palco, mas mesmo assim foi incrível!

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A voz do Adam é idêntica às gravações, tirei a prova de que o cara realmente canta muito quando ele alcançou todos os falsetes e tons mais altos sem desafinar uma única vez.

O setlist seguiu com One More Night, Stereo Hearts, Harder to Breathe, Lucky Strike, Wake up Call e Love Somebody. Depois veio Maps, This Love, Sunday Morning, Payphone e Daylight, já me preparando para o tiro que viria a seguir. Payphone foi a coisa mais linda do mundo, porque a banda inteira se reuniu no meio do palco e os meninos cantaram abraçados embalados pelas vozes da multidão.

O que se seguiu então foi choro. Se eu não morri depois de Lost Stars seguida de She Will Be Loved então provavelmente sou imortal. Vejam bem, vou explicar. She Will Be Loved foi um divisor de águas na minha vida e eu nem sei dizer o porque dessa música significar tanto para mim, só sei que significa. E por isso era, talvez, a música mais aguardada por mim no show e foi com ela que chorei enquanto cantava o refrão. Adam começou cantando à capela, regendo a multidão como se fosse um maestro e que coisa linda!!!! Queria poder descrever a sensação de ouvir swbl ao vivo, mas a verdade é que eu não consigo. Foi surreal! E eu fiquei tao feliz quando eles colocaram Lost Stars no setlist, porque é da trilha sonora de Begin Again que é um dos filmes que eu mais amo na vida.

A música seguinte, Moves Like Jagger, foi incrível, porque o coro foi enorme e lindo! E foi quando o Adam tirou a camisa, porque afinal “it’s so hot here”, né migo? Rebolando muito em Sugar, Adam com certeza conseguiu enxergar as plaquinhas de “yes, please” subindo. E eu? Estava dividida entre cantar junto os falsetes ou me lamentar por ser a última música.

1 hora e meia nunca passou tão rápido e eu nunca imaginei que fosse conseguir lotar os 16 gigas do meu celular em tão pouco tempo. Quanto ao Adam? Ele é realmente bonito. Muito. E sabe disso. Afinal por que outro motivo ele ficaria rebolando e se exibindo tanto? A gente não tá reclamando, viu? Ele não precisa se esforçar para ser simpático, a presença de palco é gigantesca e, por algum motivo, parece ser incrivelmente natural. Adam Levine nasceu para ser uma estrela. Mas eu posso dar o prêmio de melhor pessoa da banda pro James Valentine? O guitarrista rodou o palco inteiro, de uma ponta a outra e foi até a lateral em que eu estava três vezes, interagindo com o público, dando tchau, apontando. Que amor!

Não tirei fotos porque a minha visão do palco não era das melhores, mas claro que registrei um pouquinho das minhas músicas preferidas e fiz um compilado para dividir com vocês. Enjoy it!

Imagem de Amostra do You Tube

E, só a titulo de informação, tem lojinha oficial nos shows sim e as camisas custam 80 reais. Preparem o bolso!

 

 

Música | Willamette Stone (+ cover)

Em 14.03.2016   Arquivado em Música

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ou: o dia em que virei fã de uma banda fictícia.

Esses dias eu estava revendo If I Stay com meu companheiro de choros (sim, é meu pai!) e me lembrei do quanto que eu amei a trilha sonora do filme, do início ao fim, todas as músicas, sem exceção. E não tem coisa melhor do que colocar o instrumental do violoncelo pra tocar antes de dormi. Não. Tem.

E, apesar de toda a soundtrack ser maravilhosa, eis que eu virei tiete mesmo foi da Willamette Stone, a banda do Adam, personagem do filme. As músicas são tão incríveis, bem como a voz de Jamie Blackley, já que é o próprio ator que toca e canta em todas as cenas da banda. Sério, Willamete Stone é muito boa. Uma pena que só existiu por um breve momento, para o filme. Eu juro que se tivesse turnê eu dava um jeito de ir e ficar bem na frente cantando todas as músicas.

A minha preferida é I Want What You Have, mas eu sinto uma sensação muito gostosa toda vez que escuto Today, porque une o clássico do violoncelo com a voz amorzinho do Jamie. E Heart Like Yours é tão linda que dá uma vontadezinha de chorar no cantinho pra sempre.

E por falar em Heart Like Yours, eu fiz um cover dela e criei coragem pra mostrar pro mundo, então relevem os erros que eu não sou nenhum profissional, por favor. Dar play no vídeo é de inteira responsabilidade de vocês, não arcarei com nenhuma consequência. Obrigada. De nada.

Imagem de Amostra do You Tube

Vou deixar a trilha sonora completinha do filme pra vocês amarem, ok? ok. E eu já falei do filme por aqui também, caso você não faça ideia do que eu tô dizendo.

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